Analytics: Quadrante Mágico de BI e Analytics de pernas pro ar!
A leitura do relatório do Gartner sobre "Business Intelligence and Analytics Platforms" traz algumas informações interessantes, sem entrar no mérito se o relatório é "neutro" ou não.
Do mesmo jeito que o aquecimento global está acontecendo, quer você queria ou não, o mercado de BI e Analytics está passando por uma transformação gigante, impulsionada por alguns fatores, que já estamos cansados de ouvir (Big Data, Social, Mobile, etc).
O fato é que nos últimos 10 anos, o foco todo estava em ferramentas de business intelligence e analytics focadas em sistemas de dados tradicionais, os chamados "system-of-records" (como por exemplo, dados financeiros de um ERP, dados de manufatura, RH, CRM, etc). Estes tipos de sistemas eram essencialmente oferecidos e controlados pelas áreas de TI das empresas.
O que está acontecendo agora é que a pressão dos usuários das áreas de negócios por soluções mais ágeis, mais flexíveis, com possibilidade de exploração e análises de dados mais sofisticadas e com origem variada de dados (big data) está virando de cabeça para baixo este mercado.
Dentro das empresas, as áreas de TI estão se virando para atender à demanda, através de abordagens menos "centralizadas" de implantações destas ferramentas e ao mesmo tempo tentando não sacrificar a governança de dados.
Do outro lado, os fornecedores de soluções tradicionais de plataformas de BI (IBM, Oracle, SAP, MicroStrategy, SAS, etc) estão "rebolando" para conseguir acompanhar estas mudanças, tentando correr atrás de empresas com soluções disruptivas, com o Tableau e Qlik.
O quadrante do Gartner é o resultado de uma pesquisa com mais de 2000 clientes, considerando uma série de critérios, como por exemplo: recursos de administração da plataforma, governança dos dados, recursos de self-service, deployment na nuvem, integração, recursos de dashboard, suporte à mobile, integração com redes sociais, etc.
Os recursos de criação de dashboards analíticos, exploração de dados "free-form", mashup de dados e deployment na nuvem são os pontos fortes da plataforma. A possibilidade de acessar dados via SQL, hadoop, Google Big Query, Salesforce, Google Analytics são os highlights da ferramenta, desde o seu lançamento.
Um ponto interessante é que a empresa dona do Tableau, também chamada Tableau, é uma empresa que continua investindo em pesquisa (P&D - pesquisa e desenvolvimento) de uma forma mais agressiva que a maioria dos outros fornecedores da área.
Mudança no mercado de BI e Analytics
Do mesmo jeito que o aquecimento global está acontecendo, quer você queria ou não, o mercado de BI e Analytics está passando por uma transformação gigante, impulsionada por alguns fatores, que já estamos cansados de ouvir (Big Data, Social, Mobile, etc).
O fato é que nos últimos 10 anos, o foco todo estava em ferramentas de business intelligence e analytics focadas em sistemas de dados tradicionais, os chamados "system-of-records" (como por exemplo, dados financeiros de um ERP, dados de manufatura, RH, CRM, etc). Estes tipos de sistemas eram essencialmente oferecidos e controlados pelas áreas de TI das empresas.
O que está acontecendo agora é que a pressão dos usuários das áreas de negócios por soluções mais ágeis, mais flexíveis, com possibilidade de exploração e análises de dados mais sofisticadas e com origem variada de dados (big data) está virando de cabeça para baixo este mercado.
Dentro das empresas, as áreas de TI estão se virando para atender à demanda, através de abordagens menos "centralizadas" de implantações destas ferramentas e ao mesmo tempo tentando não sacrificar a governança de dados.
Do outro lado, os fornecedores de soluções tradicionais de plataformas de BI (IBM, Oracle, SAP, MicroStrategy, SAS, etc) estão "rebolando" para conseguir acompanhar estas mudanças, tentando correr atrás de empresas com soluções disruptivas, com o Tableau e Qlik.
O quadrante
O quadrante do Gartner é o resultado de uma pesquisa com mais de 2000 clientes, considerando uma série de critérios, como por exemplo: recursos de administração da plataforma, governança dos dados, recursos de self-service, deployment na nuvem, integração, recursos de dashboard, suporte à mobile, integração com redes sociais, etc.
Destaque para o Tableau
Os recursos de exploração (data discovery) e visualização de dados do Tableau "elevaram a régua" dos usuários de negócios. Estes usuários perceberam o que eles podem fazer sem a necessidade de um "skill" técnico avançado ou treinamento em uma plataforma de BI.Os recursos de criação de dashboards analíticos, exploração de dados "free-form", mashup de dados e deployment na nuvem são os pontos fortes da plataforma. A possibilidade de acessar dados via SQL, hadoop, Google Big Query, Salesforce, Google Analytics são os highlights da ferramenta, desde o seu lançamento.
Um ponto interessante é que a empresa dona do Tableau, também chamada Tableau, é uma empresa que continua investindo em pesquisa (P&D - pesquisa e desenvolvimento) de uma forma mais agressiva que a maioria dos outros fornecedores da área.
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